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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Carnaval em Diamantina


Enfim carnaval!!
Uma amiga me falou de uma excursão pra Diamantina e eu topei na hora!
Tinha ouvido falar maravilhas do carnaval de lá e resolvi conferir. Olha só as condições:
- Ônibus open bar na ida (nunca tinha visto isso!!);
- Casa para 45 pessoas (vai dar merda...);
- Churrasco de confraternização open bar assim que chegássemos (isso vai dar certo!!);
- Ônibus com paz na volta (excelente).
Tudo por um preço que a gente desconfia...mas deu tudo certo e todas as promessas foram cumpridas.
Diamantina me lembrou Olinda, com suas ladeiras de pedra, mas é bem melhor, pois não somos obrigados a ouvir frevo nem a aplaudir uns bonecos horríveis em nome da homenagem à cultura local.
A festa rola o dia inteiro, cada hora num local diferente e todos os ritmos tem seu espaço.
Muita gente bonita e, infelizmente, mais homens que mulheres...
A famosa falta de água na cidade nos afetou somente por um curto período no primeiro dia, parece que a cidade esta se organizando para receber os turistas que chegam aos milhares do Brasil inteiro.
O melhor lugar para se hospedar é na ladeira principal, já que tem algumas horas da madrugada em que o som é desligado, mas durante a maior parte do dia fica ótimo!
O Bar do Titi é uma das principais atrações durante o dia, fica lotado e com um DJ tocando de tudo. Só não me pergunte se a comida lá é boa ou se a cerveja é gelada, porque eu não consegui chegar nem perto do balcão!
No Palco principal as bandas se revezam, as mais famosas Bartucada e Batcaverna não deixam nada a desejar perto de Olodum ou Timbalada. Tocaram de tudo (gosto de enfatizar isso) desde as famosas do axé até Raimundos, Titãs, Legião Urbana, Rappa, tudo repaginado de forma a atender o público momesco. Existe uma área reservada mais próxima ao palco para quem tem abadá, que a meu ver é uma grande bobagem.
Pouco acima dessa área tem uma outra encruzinhada onde rolam shows durante todo o dia, normalmente um sambinha de roda, típico do Rio, o ambiente é muito bom e o tempo também ajudou muito.
Nesse mesmo local, à noite, no Bar chamado Baiúca rola um Trance alucinante. as pessoas se sacodem de qualquer jeito, uma verdadeira multidão que troca os ritmos de carnaval pela batida tecno que hipnotiza. Segundo um colega esse é o ritmo mais democrático que existe porque você pode dançar de qualquer jeito e não tem letra de música. (?)
Meu currículo de carnavais está bem sortido, Salvador, Recife, Manaus, Rio de Janeiro mas essa foi uma experiência ímpar. Primeiro por ficar numa casa repleta de desconhecidos, segundo pelas características do local e depois por ser o primeiro que eu curto efetivamente solteiro, depois de me separar.
Uma coisa que me incomodou lá foi a galera usando muitas drogas e abertamente, como se no carnaval realmente tudo fosse liberado, foi triste ver meninos e meninas que preferiam endoidar o cabeção no lugar de curtir o som e dar uns beijos na boca.
Na segunda eu já estava cansado e já queria voltar para casa, mas isso é porque eu estou mesmo ficando velho. Foi tudo ótimo e valeu a pena!
Ano que vem acho que vou para o Rio.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Miami Again!

No meu segundo rest fui a Miami novamente, confesso que o planejamento inicial era Nova Iorque, mas devido ao tempo que eu tinha disponível e o custo, voltar à terra das compras foi a melhor opção.

Vou tentar ser um pouco mais detalhista nesse post, já que nmo outro fui propositadamente superficial, então vou tentar abordar melhor inclusive fatos da outra viagem.

A Chegada:

Na primeira viagem comprei ida e volta pela Air France, numa combinação de horários horrível e acabei com dois dias a menos. Desci no Aeroporto Internacional de Miami e fui recebido pela Fábia, mais uma brasileira que está tentando ganhar a vida nos EUA. Sobre ela falarei mais tarde.

Nessa segunda viagem fui com a Spirit Air, uma companhia com um serviço diferente do que estamos acostumados, haja vista que, após comprar a passagem tive que pagar pelo assento (não tinha a opção de ir em pé!) e eles têm preços diferenciados! Além disso despachar a bagagem também tem custo (US$ 15.00) e o lanche...claro que também é pago, pode ser no cartão.

Interessante que decolamos 10 minutos antes do horário, foi um vôo bem tranquilo e depois de 2 horas e pouco pousamos no Aeroporto de Fort Lauderdale. na imigração tudo normal, sempre tem um guarda perguntador e engraçadinho.

A Fábia me pegou lá e me levou direto para o Dolphin Mall.

As Compras

Não me considero consumista. Procuro comprar de maneira racional, mas me dou uns presentes também.
E como as coisas são baratas! Roupas, calçados, casacos, eletrônicos, claro que o referencial é o Brasil.
Caro mesmo é a cerveja...

Diversão

Miami tem muitas opções para diversão, para todos os gostos. Desde restaurantes, lanchonetes até boates e shows.
Senti falta de algo mais cultural, histórico...mas cada cidade com seu estilo, talvez eu nem tenha procurado direito.
Como opções para crianças, além da Disney que é muito próximo, tem zoológico, o Miami Seaquarium com os famosos Golfinhos de Miami, parques, praia e até safari.

O Mango's Bar é uma opção. Como disse no outro post, é conhecido como bar da Sol (da novela) e bem caracterizado pelo som ora caribenho, ora tecno, atrai muitos turistas pelos shows que vão de imitação de Michael Jackson aos trios típicos mexicanos, além de suas garçonetes que são um show à parte!

O Bayside é um complexo de compras com diversas opções de lazer como o Hard Rock Café que, embora desativado, tem uma lojinha bacana com as tradicionais fotos e pertences de roqueiros de todos os tempos. Tomar um chopp ali também é imperdível e pode ser num típico bar cubano, no despojado hooters ou no simpático The Knife. A marina fica ali também e oferece os mais variados tipos de passeios de barcos para ver as mansões dos milionários americanos ou brasileiros como Xuxa e Daniel. No fim da tarde tem música ao vivo, normalmente música do Brasil.

O Bar Sports fica no hotel Airwais, onde fiquei hospedado pela primeira vez. É pub com muitas telas, todas com programação esportiva. O visual é muito bacana e melhor ainda é a banda que toca lá...Rock o tempo todo, muito bom, vale a pena conferir!!!

Dessa vez fui ao Hard Rock Seminole, um complexo de diversão imenso com cassino, bares, restaurantes, cinema e casas de shows. Tudo isso além do belíssimo show que acontece no lago com as águas e luzes coloridas.

Entre outras opções cito ainda Miami Beach, com sua praia, bares e restaurantes, as praças de alimentação do shopping, com música ao vivo, como a saída 3 do Dolphin Mall.

A verdade é que ao sair do Haiti, me parece que até engarrafamento no trânsito de Miami é divertido.

Bem, a volta é sempre ruim. Ao chegar no portão 44 do Aeroporto Internacional de Miami, com aquele monte de haitianos o moral vai no chinelo. É gente deitada no chão, comendo marmita, falando alto, um cheiro forte...enfim um pedaço do Haiti.

Mas vou seguindo, Miami é ótimo, pretendo voltar em breve com a Bia pra gente ir à Disney e comprar muitos brinquedos.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Cabarette - RD



Depois de aproveitar a capital fui para a praia de Cabarette, localizada no norte da República Dominicana. Uma praia muito bonita e famosa por ser reduto dos praticantes de esportes ligados ao vento, tais como o kitesurf e windsurf.


Na chegada uma pequena decepção pois o tempo estava nublado. Contudo, comigo as coisas sempre dão certo, no dia seguinte o sol brilhou com toda força e fui tomar meu banho de mar.


Muitos turistas do mundo inteiro se espalharam pela faixa de aproximados 3 km de areia, diversos idiomas e costumes, top less pra todo lado, gente bonita e gente feia, todos encantados com a beleza do local, a receptividade do dominicano e o verde do mar caribenho.


A água fria, um pouco agitada e a areia limpa lembram as praias do Rio de Janeiro.


O conforto de espreguiçadeiras e o charme dos restaurantes à beira-mar deixam clara a preocupação em atender bem.


De noite a praia fica mais charmosa ainda, os bares estendem suas cadeiras, sofás e luminárias pela areia e tornam-se restaurantes luxuosos, com todo tipo de comida no cardápio e preços também para todos os bolsos.


Meu lugar referido foi o Pub Irlandês chamado José Oshay's onde comi massas e um frango a Cordon Bleu especialíssimo! Apartir das 11 pm rola um som ao vivo, primeiro com um alemão cantando clássicos do rock inglês, depois entra uma banda e...mais rock!


O atendimento merece um parágrafo à parte tal a simpatia e disposição em bem servir demonstrado pelos funcionários, sempre curiosos por saber um pouco mais sobre o Brasil.


A balada noturna oferece também outras opções tais como o tecno, house e dance no Bamboo e a salsa, merengue e bachata no Le Calamar.


Foram 6 ótimos dias, com 2 refeições por dia, reforçadas por batatas Pringle's, muita Coca-Cola, cerveja Presidente e chocolate.


É bem verdade que temos coisas muito parecidas no Brasil, tais como Pipa (RN), Canoa Quebrada(CE) e Búzios(RJ), mas cada uma tem seu charme e estar em Cabarette nesse momento foi a melhor coisa que eu fiz.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Santo Domingo - RD

Enfim saí para meu merecido e necessário descanso!
Dia 12 de fevereiro iniciei minha viagem e, após os distúrbios já esperados na fronteira e 6 horas dentro de um ônibus cheguei a Santo Domingo, capital da República Dominicana (Rep Dom, como é chamada por nós).
Acho que a Ilha Hispaniola é a única ilha do planeta compartilhada por dois países (Haiti a oeste e Rep Dom a leste), e que diferença entre eles!

A presença de placas e asfalto de boa qualidade já indica que estamos, enfim, num país normal!


Santo Domingo ostenta o título de cidade mais antiga das américas, haja vista que foi o local onde desembarcou Cristóvão Colombo com sua comitiva das naus Santa Maria, Pinta e Niña. É uma cidade bonita, limpa, bem policiada e, apesar das dificuldades, procura atender da melhor forma ao turista.
O mês de fevereiro é especial para eles pois se comemora a independência em relação ao Haiti, que dominou o país por cerca de 20 anos no século XIX.
Embora situada na beira mar, a capital não dispõe de praias para banho, mas proporciona lindas paisagens do mar do Caribe.
Visitei os principais pontos turísticos, entre eles o Aquário Nacional, Tres Ojos, El Faro Colón, a primeira igreja das américas e alguns museus.
A Zona Colonial é onde ficam as principais referências à chegada do descobridor das américas e à sua vida e de sua família na cidade, tal como a casa onde seu filho viveu. Lá também pude verificar o processo artesanal de produção do charuto dominicano que, segundo eles, em nada perde para o cubano. Nesta área também se encontra o Hard Rock Café onde comprei camisas e um ursinho pra Bia.
Dancei Merengue e Bachata, danças típicas que lembram a salsa e até mesmo o brega de Recife, no restaurante La Copa e no Hotel Nacional.
Comi comida típica e assisti uma apresentação de dança e música locais no El Conuco, imperdível!
Depois de 5 dias fui para Cabarette, uma praia no norte da ilha, mas isso é outro post.


Algumas curiosidades:

Moeda: Peso Dominicano (RD$). Câmbio: US$ 1 = RD$ 35,60
Idioma: Espanhol
Maioria da população é negra.
O transporte mais seguro é o táxi. A cidade dispõe de metrô, mas só para a periferia.
Ônibus se chama guá-gua.
Prato Típico: Bandeira (arroz misturado com um feijão (lembra o baião de dois), banana cozida (sem casca) e frango).
Depois disponibilizo as fotos.

P.S. Um aspecto muito interessante da viagem foi a preparação, eu nunca me preparei tão bem para ir a qualquer lugar.
Após pesquisas na internet eu tinha mapas, guias, já sabia local, horários, rotas e preços de passagens de ônibus, estava com hotéis reservados para todo o período, tinha informações detalhadas sobre quase tudo. Para isso contei com a ajuda de uma pessoa muito importante...aprendi. Obrigado!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Miami

A viagem foi ótima!
A atividade de compras sempre está ligada ao nome Miami e muitas pessoas esquecem (ou não se interessam) de aproveitar o melhor que a cidade oferece, tais como teatros, shows e pontos turísicos.
Muito organizada, limpa e bonita, com ruas amplas e um povo educado, Miami nos recebeu muito bem. A grande quantidade de latinos e seus descendentes facilita muito a comunicação.
Fomos a shoppings e supermercados, restaurantes e bares no Bay Side e em Miami Beach, conhecemos o lugar onde os famosos têm casas, inclusive famosos brasileiros, infelizmente não aproveitamos mais em virtude do pouco tempo que tínhamos.
A praia é muito bonita e limpa, as coisas realmente são muito baratas, principalmente roupas, o hotel em que ficamos nos atendeu muito bem e, finalmente depois de mais de 60 dias, tomei um banho quente.
Deu para entender o motivo de tanta complicação e preços tão altos para entrar nos EUA...lá é muito bom!
Vale a pena, pretendo voltar.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Going to Miami!

Minha segunda viagem a passeio para o exterior (a primeira foi para Margarita-Venezuela em 2000).
Lista pronta, passaportes, visto, dólares... vou para a terra do consumo e...espero poder consumir bastante...hehehehehe!!!!
Quero tomar um bom banho quente também.
Volto segunda espero ter muitas histórias para contar!